Negociação avaliada em R$ 20 milhões abre um leque de oportunidades para quem já atende 24% do setor
Empresa paulista de gestão de operações e processos de comércio exterior, a eCOMEX NSI anunciou a aquisição da D2P, startup de logística internacional. Avaliada em R$ 20 milhões, a transação permitiu a fusão de tecnologias e expertises. “Não é apenas um marco para nossas empresas, marca o início de uma nova era“, reflete André Barros (imagem), CEO da eCOMEX NSI.
Paul Erik Schabbel e Jaquelyne Abrahim, fundadores da D2P, também demonstram entusiasmo com a união. “Compartilhamos com a eCOMEX NSI a paixão por inovação e o compromisso com nossos clientes. Estamos prontos para enfrentar os desafios do comércio exterior. Acreditamos que a fusão criará um novo patamar de excelência no setor”.
Barros acredita que a união impulsionará os processos de inovação da empresas. “Caminhamos juntos para liderar, inspirar e transformar. Nosso caminho está repleto de possibilidades inexploradas, desafios a serem superados e impactos positivos”, afirma.
Sobre a eCOMEX NSI
Fundada em 1986, a eCOMEX NSI desenvolve aplicativos para ajudar na gestão de processos de comércio exterior. Além disso, integra esses sistemas com os principais softwares de gestão do mundo. A empresa conta com 250 funcionários e 150 clientes. A receita é gerada por meio de uma mensalidade recorrente de quem usa o sistema e uma tarifa de implantação. Atualmente, detém cerca de 24% do market share do Brasil, e um crescimento anual de faturamento de 28% ao longo da última meia década.
Planos futuros
A eCOMEX quer seguir adquirindo empresas. O objetivo é que as aquisições ajudem a ampliar escala e market share. A estrutura da D2P será mantida, incluindo sua marca. Internamente, ocorrerá uma integração de sistemas.
“Quando uma indústria como a nossa traz uma empresa como essa, o maior risco é matar a operação da companhia a longo prazo”, explica Barros. “É o que a gente menos quer. Vamos manter a estrutura no valor e seu ritmo da startup, permitindo a criação de soluções disruptivas”.
