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Tesouro defende reformas para acelerar volta de superávit primário

Em videoconferência realizada na terça-feira (13), o secretário do Tesouro Nacional, Bruno Funchal, disse que o país deve voltar a ter superávit primário entre 2026 e 2027. Puxado pelo aumento de gastos, como o pagamento do auxílio emergencial, e a queda na arrecadação de impostos por causa da crise do novo coronavírus, o rombo nas contas públicas deve fechar o ano em cerca de R$ 900 bilhões. Funchal destacou que o PIB deve cair 4,7% em 2020 e subir 3,2% em 2021. A expectativa do secretário é que, com o avanço das reformas, haja uma retomada econômica mais consistente e uma melhora no resultado primário mais cedo do que a atual projeção. “Tenho certeza de que, se a gente fizer reforma tributária, a gente consegue um superávit primário muito antes, porque o PIB vai crescer mais rápido, você vai ter mais receita”, afirmou. “Por isso que as reformas de produtividade são tão importantes”, defendeu.

Por que é importante

Se a estimativa se confirmar, serão quase 15 anos de desequilíbrio desde o primeiro ano de déficit, em 2014, no governo Dilma Rousseff

Quem ganha

A agenda reformista, para contenção de gastos e melhora do ambiente de negócios

Quem perde

Principalmente os governos petistas, que contribuíram para a ruína das contas públicas

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