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Preço de alimentos puxa queda da confiança do consumidor em janeiro

Depois de subir 2 pontos em dezembro de 2019, a Fundação Getulio Vargas divulgou nesta sexta-feira (24) que o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) recuou 1,2 ponto em janeiro, para 90,4 pontos – em uma escala de zero a 200 pontos. Segundo Viviane Seda Bittencourt, coordenadora da sondagens, o desempenho negativo no mês foi influenciado pela alta nos preços de alimentos. “Há uma percepção de piora da situação financeira familiar principalmente para os consumidores com menor poder aquisitivo, que pode estar relacionada à pressão recente nos preços de alimentos. Em relação ao futuro, houve redução do ímpeto de compras de duráveis, tendência que pode implicar num efeito redutor sobre o consumo nos próximos meses, caso se mantenha”, afirmou. “Para que a confiança avance mais rapidamente, continua sendo necessária a aceleração da recuperação do mercado de trabalho e a redução da incerteza que ainda se mantém em níveis altos em termos históricos”, completou.

Por que é importante

O índice elaborado pela FGV mostra a percepção dos consumidores em relação aos rumos da economia. Resultados acima de 100 pontos indicam maior otimismo

Quem ganha

A confiança subiu (4,7 pontos) apenas entre os consumidores com renda familiar mensal entre R$ 2,1 mil e R$ 4,8 mil

Quem perde

A menor confiança (88,9 pontos) está entre os consumidores com renda familiar mensal até R$ 2,1 mil

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