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Pagamentos com cartões de crédito crescem 42%

Modalidade movimentou R$ 235,4 bilhões no primeiro trimestre, com destaque para o comércio online

Os pagamentos com cartões de crédito cresceram 42,4% no primeiro trimestre em comparação com o mesmo período de 2021, segundo balanço divulgado pela Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs). De acordo com a entidade, foram movimentados R$ 478,5 bilhões nessa modalidade.

Os cartões de débito foram responsáveis por R$ 235,4 bilhões em pagamentos no primeiro trimestre, um aumento de 15,2% em relação ao mesmo período do ano passado. As transações com cartões pré-pagos somaram R$ 44,6 bilhões de janeiro a março, alta de 148,4%.

O crescimento das transações de cartões de crédito está relacionado, segundo a Abecs, à expansão do comércio online e também ao controle da disseminação da covid no país. “A própria ômicron, quando teve uma melhora, a partir de fevereiro, os números passaram a acompanhar o que seria uma normalidade da vida urbana”, ressaltou o presidente da associação, Rogério Panca.

As compras pela internet tiveram alta de 35,2% de janeiro a março, totalizando R$ 162,4 bilhões. Do montante, R$ 157,9 bilhões foram movimentados com cartão de crédito, alta de 35,4%.

Exterior

Com a reabertura, os gastos no exterior, impulsionados pelas viagens, também cresceram. Os brasileiros gastaram, com cartão de crédito, fora do país, US$ 849,7 milhões, uma alta de 107,9%. Os gastos de estrangeiros no Brasil ficaram em US$ 665,5 milhões, um aumento de 64,5% em relação aos três primeiros meses de 2021. Os pagamentos por aproximação cresceram 455,9%, respondendo pelo movimento de R$ 103,2 bilhões, sendo R$ 58,1 bilhões por cartão de crédito, R$ 28,4 bilhões por cartão de débito e R$ 16,7 bilhões por cartão pré-pago.

Inadimplência

A inadimplência dos usuários de cartão de crédito vem crescendo nos últimos meses e chegou a 5,8% em fevereiro. Segundo Panca, o cenário econômico adverso está prejudicando a capacidade das famílias de manterem os pagamentos em dia. “Desemprego elevado, inflação alta, taxa de juros elevada, isso tudo acaba provocando uma corrosão da renda das famílias”, enumerou.

(Agência Brasil)

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