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Ministério discute mecanismos para compensar alta dos combustíveis

Preocupado com o aumento da tensão no Oriente Médio, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse que o governo estuda medidas para compensar uma eventual disparada dos combustíveis. O ministro reforçou que a política de preços da Petrobras não irá sofrer interferências e descartou também instituir algum tipo de subsídio para segurar a alta.

“Temos que criar, talvez, mecanismos compensatórios sem alterar o equilíbrio econômico do país. Que isso não gere inflação, mas também não frustre expectativa de receitas”, comentou.

Segundo Albuquerque, uma das propostas, apresentada pelo presidente Jair Bolsonaro, é a possibilidade de os estados reduzirem temporariamente a alíquota do ICMS sobre combustíveis, já que o imposto estadual tem forte impacto na formação do preço final nos postos.

Por que é importante

Além de pressionar a inflação, uma eventual disparada dos combustíveis pode servir de estopim para manifestações, como a paralisação geral dos caminhoneiros registrada em maio de 2018

Quem ganha

A discussão técnica, para impedir que medidas populistas sejam tomadas

Quem perde

O bolso do brasileiro, se o cenário pessimista se confirmar

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