A maior contribuição para o índice partiu do grupo alimentação, cuja taxa de variação passou de 1,20%, em fevereiro, para 1,65% neste mês
A inflação medida pelo IPC-S, o Índice de Preços ao Consumidor Semanal, subiu 0,47% e acumula alta de 8,73% nos últimos 12 meses.
Os dados do indicador da primeira quadrissemana de março de 2022, divulgados nesta terça-feira (8) pela Fundação Getulio Vargas (FGV), mostram que seis das oito classes de despesa componentes registraram acréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição para o resultado do IPC-S partiu do grupo alimentação cuja taxa de variação passou de 1,20%, na quarta quadrissemana de fevereiro de 2022 para 1,65% na primeira quadrissemana de março de 2022. Nesta classe de despesa, cabe mencionar o comportamento do item hortaliças e legumes, cujo preço variou 13,71%, ante 8,44% na edição anterior do IPC-S.
Também registraram acréscimo em suas taxas de variação os grupos: transportes (0,07% para 0,23%), educação, leitura e recreação (-0,51% para -0,17%), habitação (0,33% para 0,46%), saúde e cuidados pessoais (-0,12% para -0,04%) e vestuário (0,33% para 0,35%). Nestas classes de despesa, vale destacar o comportamento dos itens: serviço de reparo em automóvel (-0,69% para 0,52%), passagem aérea (-4,09% para -1,91%), tarifa de eletricidade residencial (-0,73% para -0,33%), artigos de higiene e cuidado pessoal (-0,50% para -0,12%) e relógios e bijuterias (-0,05% para 0,37%).
Em contrapartida, os grupos comunicação (0,08% para 0,01%) e despesas diversas (0,08% para 0,07%) apresentaram recuo em suas taxas de variação. Nestas classes, vale citar os itens: tarifa de telefone residencial (-0,41% para -0,98%) e alimentos para animais domésticos (0,71% para 0,52%).
