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Indicado de Bolsonaro para Petrobras diz que não foi orientado para mudar preços

Caio de Andrade foi aprovado por comitê para presidir a estatal

O executivo Caio Mario Paes de Andrade, indicado pelo governo de Jair Bolsonaro (PL) para a presidência da Petrobras disse ao Comitê de Elegibilidade (Celeg) da estatal que não recebeu orientações para alterar a política de preços da empresa.

A informação consta na ata da reunião do comitê que aprovou o nome do atual secretário de Desburocratização do Ministério da Economia para a presidência da estatal. Um dos motivos que derrubou os seus antecessores foi o aumento recorrente dos preços dos combustíveis, o que tem contribuído para a desaprovação de Bolsonaro.

A aprovação de Caio não foi unânime, já que Francisco Petros, presidente do comitê, votou contra. Em sua decisão, o conselheiro disse que o executivo não tem formação acadêmica relacionada às atividades da Petrobras e nem experiência profissional na área.

O executivo é formado em Comunicação Social pela Universidade Paulista e mestre em Administração de Empresas pela Universidade Duke, nos Estados Unidos, e já foi presidente da empresa pública Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) antes de assumir o cargo no governo.

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