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FGV aponta consumidor mais cauteloso com o presente e o futuro

Da redação
22 de dezembro de 2020

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), divulgado nesta terça-feira (22) pela Fundação Getulio Vargas, caiu 3,2 pontos na passagem de novembro para dezembro, para 78,5 pontos – em uma escala de zero a 200 pontos. A terceira queda consecutiva do indicador foi influenciada pela piora da percepção dos consumidores em relação ao momento e das expectativas para os próximos meses. O Índice de Situação Atual (ISA) cedeu 2,1 pontos, para 69,7 pontos, enquanto o Índice de Expectativas (IE) recuou 3,7 pontos, para 85,6 pontos. “Diante de uma segunda onda de covid-19, fim dos benefícios emergenciais e desemprego elevado, os consumidores, principalmente os de menor poder aquisitivo, sinalizam que continuarão contendo consumo”, observou Viviane Seda Bittencourt, coordenadora das Sondagens. “O comportamento mais cauteloso está relacionado principalmente a uma percepção de dificuldade de se obter emprego: 97,5% dos consumidores avaliam que está difícil obter emprego no momento. A despeito da aproximação do início das campanhas de vacinação, o consumidor continua desanimado em relação a 2021”, acrescentou.

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