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Dia das Mães é esperança de recuperação para o varejo

Uma pesquisa nacional de intenção de compras, realizada pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), apontou que 58,6% dos brasileiros pretendem dar presentes no Dia das Mães apesar da crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus. Vestuário, calçados e adereços são os itens preferidos, com 65,2%; seguidos de perfumes e cosméticos, com 53,9%. Móveis e eletrodomésticos são quase 50% das intenções de compra, e, se somados à área de “digitais” (20%), alcançam cerca de 70%. “Isto tudo é resultado do home office e da vida mais doméstica que a sociedade está vivendo nestes tempos”, afirmou Marcel Solimeo, economista da entidade. Na sondagem ainda aparecem itens que não foram mencionados em levantamentos anteriores, como cesta de café da manhã (18,6%) e delivery de refeições (11,3%). “Após um ano de quarentena, com restrições ao varejo físico, o consumidor teve que adotar um novo modo de vida que o obrigou a repensar os produtos para o lar”, acrescentou Solimeo. Mesmo em tempos de bloqueios sanitários, ainda há 6% de entrevistados que querem dar viagem de presente para as mães.

Por que é importante

O Dia das Mães é uma das apostas do varejo para recuperar parte das perdas dos últimos meses

Quem ganha

O comércio digital, que deve manter a tendência de forte expansão

Quem perde

As lojas ligadas ao turismo, devido ao cenário de incertezas

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