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Confiança empresarial atinge maior nível desde dezembro de 2013, mostra FGV

O Índice de Confiança Empresarial (ICE), divulgado nesta quinta-feira (1) pela Fundação Getulio Vargas, subiu 4,3 pontos em junho, para 98,8 pontos – em uma escala de zero a 200 pontos. O resultado representa a terceira alta seguida e o maior nível do indicador desde dezembro de 2013. O avanço no mês foi puxado pela melhora tanto das avaliações sobre o presente quanto em relação aos rumos dos negócios nos próximos meses. O Índice de Situação Atual Empresarial (ISA-E) cresceu 4,3 pontos, para 98,1 pontos. O Índice de Expectativas (IE-E) teve um aumento de 4,4 pontos, para 100,9 pontos. “A alta da confiança empresarial reflete a continuidade da fase de retomada da economia, sob o comando da indústria, que registra desde outubro de 2020 os maiores níveis médios de confiança desde 2011. Outro destaque em junho é o setor de serviços, que alcançou o maior nível de confiança desde o início da pandemia”, comentou Aloisio Campelo Jr., Superintendente de Estatísticas do FGV IBRE. “Ressalve-se que a recuperação deste setor continua ocorrendo de forma heterogênea, com os segmentos de serviços prestados às famílias avançando mais lentamente e sob influência ainda preponderante das expectativas. A aceleração do programa de vacinação é essencial para a normalização do nível de atividade deste segmento ao longo do segundo semestre”, completou.

Por que é importante

O ICE consolida os índices de confiança dos quatro principais setores da economia: indústria, serviços, comércio e construção

Quem ganha

A indústria, com o maior nível de confiança (107,6 pontos)

Quem perde

A confiança dos consumidores (80,9 pontos), que tem destoado da percepção dos empresários

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