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Confiança da construção sobe em junho com melhora do ambiente de negócios

O Índice de Confiança da Construção (ICST), divulgado nesta sexta-feira (25) pela Fundação Getulio Vargas, avançou 5,2 pontos em junho, para 92,4 pontos – em uma escala de zero a 200 pontos. Com a segunda alta consecutiva, o indicador recuperou o nível do início do ano, antes dos efeitos da segunda onda da pandemia do novo coronavírus. O resultado positivo do ICST no mês refletiu a melhora das perspectivas e da avaliação dos empresários do setor sobre o momento. O Índice de Situação Atual (ISA-CST) cresceu 4 pontos, para 89,5 pontos. O Índice de Expectativas (IE-CST) saltou 6,4 pontos, para 95,4 pontos. Já o Nível de Utilização da Capacidade (NUCI) teve um aumento de 3 pontos percentuais, para 77,4%. “Vale destacar o avanço dos dois componentes, sinalizando uma melhora do ambiente de negócios atual com repercussão muito positiva sobre as expectativas”, comentou Ana Maria Castelo, Coordenadora de Projetos da Construção do FGV IBRE. “A pressão dos preços das matérias primas sobre os orçamentos e novos projetos não arrefeceu e continua sendo um dos grandes obstáculos às atividades das empresas. No entanto, prevaleceu a percepção de que a alta dos preços não está afetando a demanda, que voltou a crescer. A grande questão que se levanta é em que medida essa melhora se sustenta, ou seja, se a demanda suportará o repasse dos aumentos de custo”, completou.

Por que é importante

O aquecimento da construção civil é um dos fatores que podem puxar a retomada do mercado de trabalho

Quem ganha

As empresas do setor, com um cenário mais promissor para o lançamento de negócios

Quem perde

Investidores e os consumidores em geral, já que os preços dos novos imóveis podem subir

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