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Bolsonaro articula consenso entre equipe econômica e militares

Sob orientação do presidente Jair Bolsonaro (PSL), os militares e a equipe econômica estão perto de um entendimento para que eles sejam incluídos, em projeto de lei específico, na reforma da Previdência. Reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, publicada nesta sexta-feira (8), mostra que os integrantes das Forças Armadas já aceitam regras mais duras no sistema de aposentadoria. Entre os pontos discutidos estão elevar de 30 para 35 anos o tempo de serviço antes de o militar passar para a reserva e igualar a contribuição deles às dos demais servidores e dos contribuintes do INSS, hoje em 11% (os militares hoje recolhem 7,5%).

Por que é importante

O ministro da Economia, Paulo Guedes, defende que os militares sejam incluídos na reforma para dar o exemplo de que todos terão sua cota de sacrifício para reequilibrar as contas do país

Quem ganha

A equipe econômica, que poderá encaminhar ao Congresso uma proposta completa, sem racha

Quem perde

A ala das Forças Armadas que não concorda com as eventuais mudanças

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