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Ibovespa perde força após entrada do Brasil na OCDE ficar mais difícil

O Ibovespa operava em alta desde o início do pregão nesta quinta-feira (10). O índice chegou a subir 0,90%, aos 102.155 pontos, puxado pelo otimismo no avanço das negociações comerciais entre Estados Unidos e China. O presidente norte-americano, Donald Trump, confirmou que irá se reunir na sexta-feira (11) com o vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, para discutir um possível acordo. O ânimo dos investidores, no entanto, perdeu força com a informação divulgada pela agência Bloomberg, de que os Estados Unidos não vão apoiar, no momento, a tentativa do Brasil de ingressar na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Às 13h41, o índice avançava 0,52%, aos 101.771 pontos.

Entre as cinco ações mais negociadas do dia, subiam: preferenciais da Petrobras (0,72%), Vale (3,33%) e Bradesco (1,14%). Caíam os papéis da Ambev (-1,23%). As ações da Vivara, empresa estreante na bolsa, também estavam na lista, cotadas a R$ 24,43.

Por que é importante

A entrada do Brasil na OCDE, organização dos países mais ricos do mundo, é uma das principais apostas da equipe econômica do governo Jair Bolsonaro

Quem ganha

As ações da Estácio registravam a maior alta do dia (8,06%), cotadas a R$ 36,85

Quem perde

As ações da Ultrapar registravam a maior queda do dia (-2,86%), cotadas a R$ 18,70

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