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Aversão ao risco puxa bolsa brasileira para baixo. Dólar sobe

A bolsa brasileira abriu a segunda-feira (19) em alta, refletindo o maior otimismo em relação ao fim da disputa comercial entre China e Estados Unidos. Às 10h30, o Ibovespa chegou à máxima de 100.948 pontos. Ao longo do dia, porém, o índice foi perdendo força. O movimento de queda foi puxado pela aversão ao risco em países emergentes.
Resultado: o pregão fechou com baixa de 0,34%, aos 99.469 pontos.

O medo de uma recessão global está provocando fuga de capitais em países como o Brasil. Segundo o Valor Econômico, em 2019 o fluxo de recursos estrangeiros na bolsa (compra x vendas) está negativo em R$ 19,16 bilhões. A alta do Ibovespa no ano (13,18%), é impulsionada por investidores locais (fluxo positivo de R$ 16 bi de investidores institucionais e R$ 8,9 bi de pessoas físicas).

Das cinco ações mais negociadas do dia, três caíram: Vale (-0,09%), Bradesco (-1,44%) e Itaú (-0,44%). Subiram as preferenciais da Petrobras (0,50%) e B3 (2,25%). O dólar subiu 1,6%, negociado a R$ 4,06. Foi a maior alta desde o dia 20 de maio, quando a moeda americana bateu em R$ 4,10.

Por que é importante

No começo do ano, a entrada de recursos de investidores estrangeiros dependia da aprovação da reforma da Previdência. Agora, o motivo é o risco de recessão global

Quem ganha

As ações da B3 tiveram a maior alta do dia: 2,25%, a R% 45,50

Quem perde

As ações da Via Varejo tiveram a maior baixa do dia: -5,48%, a R$ 6,73

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