O Ibovespa avançou 1,96% nesta quarta-feira (14) e encerrou o pregão aos 165.145,98 pontos, renovando o recorde histórico nominal tanto no fechamento quanto ao longo da sessão, apesar do tom negativo em Wall Street. O desempenho contrastou com o exterior, onde os mercados operaram sob cautela diante da escalada das tensões no Oriente Médio, mas foi sustentado por forte apetite por ações locais. O dólar à vista subiu e terminou o dia em torno de R$ 5,40, refletindo fatores externos e a maior aversão ao risco no cenário internacional.
O avanço foi puxado principalmente pelos papéis da Petrobras e da Vale, que tiveram altas expressivas e grande volume de negociações, dando sustentação ao índice. No noticiário doméstico, investidores também repercutiram a nova fase da operação Compliance Zero, com buscas da Polícia Federal envolvendo pessoas ligadas ao Banco Master, além da divulgação de pesquisa Genial/Quaest indicando liderança do presidente Lula em todos os cenários para a eleição de 2026. Mesmo com o pano de fundo geopolítico adverso, o mercado doméstico mostrou força e renovou máximas, sinalizando confiança dos investidores nos ativos locais.
