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Pressão exterior e risco fiscal impedem desempenho

O Ibovespa fechou em baixa de 0,17% nesta terça-feira (28), aos 100.591 pontos. O dólar subiu 0,60%, cotado a R$ 5,26 no encerramento. Foi o câmbio mais desfavorável ao real desde 4 de fevereiro (R$ 5,32). Em uma sessão marcada pela cautela, os investidores seguem na expectativa por anúncios oficiais sobre a inflação nos Estados Unidos. Por lá, os índices recuaram: Dow Jones -1,56%; S&P 500, -2,01%; Nasdaq, -2,98%. A projeção inflacionária americana medida pelo Conference Board, que atingiu um recorde de 8%, pesou na confiança do mercado e aumentou o temor de que o Federal Reserve possa acelerar a alta dos juros. As commodities também pressionaram a curva. Além disso, o minério de ferro na China teve alta de 3,80%, a US$ 124,82 a tonelada. Já o petróleo Brent, por sua vez, avançou 2,51%, a US$ 117,98 o barril. No Brasil, apesar da alta dos produtos não manufaturados, as negociações sentiram uma forte pressão da curva de juros, com o risco de recessão global pesando o índice. A expectativa de um fim no ciclo de ajuste monetário em agosto também foi colocado em xeque depois da PEC dos combustíveis.

As maiores altas foram do Pão de Açúcar (2,86%) e BB Seguridade (2,13%). As baixas, Hapvida (-5,78%) e Positivo (-5,38%). Das cinco ações mais negociadas, três apresentaram evolução: Vale (1,79%), preferenciais da Petrobras (1,25%), Eletrobras (0,57%), preferenciais do Itaú Unibanco (-1,10%) e preferenciais do Bradesco (-1,43%). O volume negociado foi de R$ 21 bilhões.

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