O Ibovespa fechou em forte baixa de 2,38% nesta quinta-feira (7), aos 183.218 pontos. O dólar ficou estável em 0,05%, cotado a R$ 4,92 no encerramento. Com os investidores digerindo os resultados corporativos de companhias domésticas, o índice nacional operou no vermelho durante toda a sessão, com reversão do apetite a risco no exterior em meio às incertezas geopolíticas e pressão negativa das blue chips. Por aqui, a produção industrial desacelerou em março, mas ainda marcou o terceiro mês seguido de crescimento. Em março, a indústria teve alta de 0,1% na produção em relação ao mês anterior, resultado acima da expectativa em pesquisa da Reuters de queda de 0,2%. Outra parte da atenção dos investidores também se concentrou na reunião entre os presidentes Lula e Donald Trump, durou cerca de 3 horas , e terminou sem a tradicional sessão de perguntas no Salão Oval. No final da tarde, Lula disse que saiu muito satisfeito da reunião e reafirmou que o Brasil não abrirá mão da democria e da soberania.
As maiores altas foram das preferenciais da Azevedo & Travassos (15,38%) e SmartFit (12,99%). As baixas, Wetzel (-12,66%) e Ampla Energia (-12,49%). Todas as cinco ações mais negociadas apresentaram retração: preferenciais da Petrobras (-2,22%), preferenciais do Bradesco (-4,26%), Cogna (-1,07%), preferenciais da Itaúsa (-2,29%) e preferenciais do Itaú Unibanco (-2,92%). O volume negociado foi de R$ 31,91 bilhões.
