O Ibovespa encerrou esta quinta-feira (4) em alta de 0,81%, aos 140.993 pontos, interrompendo uma sequência de três quedas e se aproximando novamente da máxima histórica de fechamento. O movimento refletiu o otimismo vindo de Nova York, onde os índices avançaram com a expectativa de corte de juros pelo Federal Reserve ainda em setembro, após dados mais fracos do mercado de trabalho americano.
O dólar também cedeu, fechando em queda de 0,09%, a R$ 5,44, em meio ao maior apetite por risco global e à desaceleração nos rendimentos dos Treasuries. No Brasil, a balança comercial de agosto mostrou saldo 35,8% superior ao de um ano antes, ajudando a sustentar o humor positivo no mercado. Entre as ações, bancos tiveram desempenho firme, acompanhados por Vale e Petrobras, que também avançaram apesar da estabilidade nas commodities de referência.
As maiores altas foram da Azul (+19,23%) e Infracommerce (+15%). As baixas, Revee (-34,44%) e BRB (-14,8%). Todas as cinco ações mais negociadas apresentaram evolução: Cosan (+5,93), preferenciais da Raízen (+1,57%), Azul (+19,23%), Cogna Educação (+6,32%) e Banco do Brasil (+0,69%). O volume negociado foi de R$ 18 bilhões.
