O Ibovespa fechou estável em 0,10% nesta segunda-feira (1°), aos 141.283 pontos. O dólar subiu 0,43%, cotado a R$ 5,44 no encerramento. Em dia de noticiário relativamente esvaziado e de feriado do Dia do Trabalho nos Estados Unidos, o que reduziu a liquidez do mercado, o índice nacional operou no vermelho ao final da sessão. Por aqui, as expectativas do mercado para a inflação de 2025 caíram pela 14ª semana consecutiva, de acordo com o Boletim Focus. A mediana das projeções para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,86% para 4,85%, ainda acima do teto da meta de 4,5%. Para 2026, a estimativa recuou de 4,33% para 4,31%, e para 2027, de 3,97% para 3,94%. A projeção para 2028 permaneceu em 3,80%. Agora, a atenção se volta para a divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre, que será publicado amanhã (2) pelo IBGE. Especialistas acreditam que o PIB do período deve mostrar freada mais forte que a esperada. Ainda na sessão, os investidores avaliam o clima em meio ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no STF. No exterior, o petróleo operou em alta de olho na perspectivas de um superávit de oferta diante das expectativas de um cessar-fogo a curto prazo na Ucrânia, o que pressionou os preços da commoditie, segundo o Dow Jones Newswires. No fechamento, o petróleo tipo Brent (referência mundial) com vencimento em novembro fechou em alta de 0,98%, cotado a US$ 68,15 por barril.
As maiores altas foram das Casas Bahia (19,77%) e preferenciais da Azul (17,65%). As baixas, Recrusul (-15,27%) e Fica Empreendimentos (-10,42%). Todas as cinco ações mais negociadas apresentaram evolução: preferenciais da Azul (17,65%), preferenciais da Raízen (7,69%), Magazine Luiza (1,10%), Cosan (3,42%) e Raia Drogasil (0,57%). O volume negociado foi de R$ 11,98 bilhões.
