Ranking avaliou 72 empresas e aponta as líderes em renda fixa, crédito privado, ações e multimercados com base no desempenho ajustado ao risco dos últimos 3 anos
A Moody’s Local Brasil divulgou seu novo ranking das gestoras de recursos com os melhores desempenhos ajustados ao risco no país. O levantamento, com data-base de junho de 2026, compara 72 gestoras e considera o histórico dos últimos 36 meses. Banco Safra, Daycoval Asset, Solis Investimentos, SPX, Santander Brasil e Vinland aparecem na liderança das diferentes categorias avaliadas.
Na renda fixa, o Banco Safra ficou na primeira posição, com score de 3,88, seguido por SPX, com 3,83, e ARX Investimentos, com 3,81. Em crédito privado, a liderança ficou com a Daycoval Asset, que alcançou 4,16, enquanto Riza Líquidos e XP Advisory ocuparam a segunda e a terceira colocações, respectivamente. Já entre os fundos de crédito privado D+30, a Solis Investimentos obteve a maior pontuação, de 4,68.
No segmento de ações no mercado local, a SPX liderou o ranking com score de 4,70, à frente da ARX, com 4,32, e da Santander Brasil Gestão de Recursos, com 4,19. Nos fundos de ações no exterior, o Santander assumiu a primeira posição, com 4,72, seguido pela Inter Asset, com 4,65, e pela Caixa, com 4,60.
Entre os multimercados, a Vinland Capital Management ficou em primeiro lugar, com 4,43, seguida por AZ Quest, com 4,27, e XP Vista, com 4,07. Na categoria de multimercados de alta volatilidade, a SPX liderou, com score de 4,07, à frente da BB Gestão de Recursos e da Dahlia Capital.
Para chegar às classificações, a Moody’s Local Brasil utiliza uma combinação de indicadores como Índice de Sharpe, Drawdown Máximo, Beta, Information Ratio, Alpha e Merton Skill. Os pesos variam conforme o tipo de fundo e o resultado de cada gestora também é ponderado de acordo com os ativos sob gestão dos fundos elegíveis.
O levantamento considera uma amostra de aproximadamente 14 mil fundos, selecionados a partir de uma base com mais de 37 mil produtos ativos. Entre os critérios estão patrimônio mínimo de R$ 25 milhões e, em geral, pelo menos três anos de histórico. Fundos master e exclusivos ficam fora da análise.
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