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Copa do Mundo nas empresas: breve guia para equilibrar trabalho e torcida

Da redação
31 de maio de 2026
Especialista reúne dicas para manter o foco e o engajamento no período dos jogos

A Copa do Mundo costuma mexer com o ambiente corporativo, trazendo descontração e espírito de equipe, mas também exigindo atenção para que a produtividade não seja comprometida. Segundo Isis Borge, headhunter e diretora-geral da Assigna, empresa do Talenses Group, o segredo está em alinhar expectativas e estabelecer regras claras antes do início dos jogos.

Ela destaca que a flexibilização de horários e transmissões pode ser positiva, desde que acompanhada de responsabilidade e planejamento. O RH tem papel central ao comunicar de forma objetiva como será a jornada, quais setores terão exceções e quais condutas não serão toleradas. Isso evita ruídos e garante que todos se sintam tratados de forma justa.

Outro ponto importante é o respeito. Rivalidades esportivas podem ser saudáveis, mas comentários ofensivos ou provocações não têm espaço no ambiente corporativo. A participação em bolões e confraternizações deve ser opcional, reforçando a ideia de que integração não pode virar obrigação social. Já os líderes precisam dar o exemplo, mostrando que é possível participar sem perder a postura profissional.

Isis lembra ainda que momentos informais podem revelar problemas internos, como exclusão ou falta de respeito entre áreas, funcionando como um termômetro da cultura organizacional. Por isso, a Copa pode ser uma oportunidade de fortalecer vínculos e promover um ambiente mais inclusivo, desde que haja equilíbrio entre torcida e trabalho.

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