Alta foi impulsionada por viagens de veículos leves e expansão da frota, que chegou a 35,1 milhões de veículos, segundo dados da Veloe/Fipe
O movimento nas rodovias de São Paulo registrou crescimento de 2,3% entre setembro e outubro de 2025, impulsionado principalmente pelo aumento nas viagens de veículos leves (3,6%), enquanto o fluxo de veículos pesados apresentou leve alta de 0,8% no mesmo período. Os dados são do Monitor de Tráfego nas Rodovias, elaborado pela Veloe em parceria com a Fipe.
Na comparação com outubro de 2024, o tráfego agregado nas rodovias do Estado de São Paulo manteve trajetória de expansão, com alta de 5,9%, reflexo do avanço nas viagens de veículos leves (6%) e pesados (4,9%). No acumulado de 2025 até outubro, o movimento nas estradas paulistas cresceu 2,7% em relação ao mesmo intervalo de 2024, com contribuição positiva tanto dos veículos leves (2,6%) quanto dos pesados (3%). Já na análise dos últimos 12 meses, o índice mostra um avanço de 2,3% no fluxo total de veículos, resultado sustentado pelo aumento da presença de veículos leves (2,5%) e pesados (2,3%) nas rodovias.
Além dos dados de tráfego, o levantamento também traz informações da Senatran sobre a frota de veículos no Estado de São Paulo. Em setembro de 2025, a frota paulista atingiu 35,1 milhões de veículos, o que representa 27,5% da frota nacional. O dado indica uma variação positiva de 0,2% no mês, crescimento acumulado de 2,2% em 2025 e alta de 2,8% em 12 meses.
A composição da frota estadual é majoritariamente formada por automóveis (59), seguidos por motocicletas (16,8%), caminhonetes (6,5%), camionetas (5,2%), motonetas (4%), caminhões (2,1%) e outros veículos (6,5%). Quanto ao tipo de combustível, 41,8% dos veículos utilizam gasolina, 42,5% funcionam com gasolina ou etanol, 6,4% são movidos a diesel, 5,2% usam etanol exclusivo, 0,8% utilizam GNV, 0,5% são elétricos ou híbridos e 2,8% operam com outras fontes.
A idade média da frota paulista foi estimada em 17,9 anos, sendo que 15,7% dos veículos foram fabricados nos últimos cinco anos; 28,8% nos últimos dez; 48,3% nos últimos quinze; e 63,3% nos últimos vinte anos.
