Eduardo Vieira, sócio-líder de Marca, Comunicação e Assuntos Corporativos para a América Latina do SoftBank, afirma que o critério de investimento em startups mudou radicalmente nos últimos anos, tornando-se mais seletivo e focado em modelos sustentáveis. Se antes o capital de risco priorizava crescimento acelerado em nichos específicos, hoje os fundos buscam empresas que coloquem a inteligência artificial no centro do negócio e operem com unit economics saudáveis, capazes de sustentar companhias que durem “décadas e décadas”. Ele foi um dos homenageados no evento os “Embaixadores do Futuro Brasileiro” de MONEY REPORT de 2026.
Vieira destaca que o ambiente regulatório e institucional é crucial para a competitividade da América Latina na corrida global por infraestrutura de IA, que envolve energia, data centers, poder computacional e até microprocessadores. “Com a IA, o jogo está nivelado. Voltamos para o início e estamos todos no mesmo lugar de partida. Agora é o momento de pensar grande, além do Brasil.”