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Fleury, Einstein e um novo aliado na detecção precoce do câncer

Da redação
10 de outubro de 2026

A Tacada da Semana de MONEY REPORT destaca Jeane Tsutsui, Sidney Klajner e a novidade que une o Grupo Fleury e o Einstein Hospital Israelita.

A saúde acaba de ganhar um reforço importante no Brasil. O Grupo Fleury e o Einstein, por meio da Genesis Genomics, lançaram no país o Galleri, primeiro teste de detecção precoce multicâncer disponível para a população brasileira. Desenvolvida pela americana Grail, a tecnologia é capaz de identificar sinais moleculares associados a mais de 50 tipos de câncer em uma única coleta de sangue.

O exame chega com a proposta de ampliar as possibilidades de rastreamento precoce, especialmente para tumores que atualmente não contam com programas regulares de detecção, como os de pâncreas, fígado, ovário e vias biliares. Indicado para pessoas assintomáticas com mais de 50 anos, o Galleri funciona como uma ferramenta complementar aos métodos já consagrados, como mamografia, colonoscopia e outros exames preventivos.

Para Jeane Tsutsui, CEO do Grupo Fleury, a chegada da tecnologia reforça uma trajetória centenária de investimento em ciência, inovação e cuidado. Segundo ela, a novidade passa a integrar uma jornada mais ampla de saúde, reunindo medicina diagnóstica, genética, genômica e oncologia de precisão em um mesmo ecossistema de atendimento.

O entusiasmo também é compartilhado por Sidney Klajner, presidente do Einstein. Para ele, a incorporação do Galleri representa um avanço relevante na medicina de precisão e amplia as oportunidades de identificar precocemente sinais da doença. Quanto mais cedo ocorre essa identificação, maiores tendem a ser as possibilidades de intervenção, tratamento e controle.

Além da inovação médica, a iniciativa simboliza a força da parceria entre duas das instituições mais respeitadas da saúde brasileira. A Genesis Genomics, joint venture criada por Fleury e Einstein, nasce justamente com a missão de acelerar o acesso a tecnologias genômicas de última geração no país.

Em um cenário no qual o Instituto Nacional de Câncer (INCA) projeta 781 mil novos casos anuais da doença no Brasil entre 2026 e 2028, a chegada do Galleri representa mais um passo na busca por diagnósticos cada vez mais precoces. E reforça como ciência, tecnologia e colaboração podem atuar juntas na construção de uma nova frente de combate ao câncer.

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