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Economia só vai liberar concursos com estudo de impacto de longo prazo

Da redação
24 de junho de 2020

Uma Instrução Normativa do Ministério da Economia, publicada na edição desta quarta-feira (24) do Diário Oficial da União, estabelece novas regras para a realização de concursos públicos federais. A partir de 1 de julho a pasta só irá autorizar processos com estudo de impacto de longo prazo. O principal argumento para a medida é o aumento das despesas obrigatórias. O Ministério da Economia levou em conta o cálculo de que um funcionário público fica em média 34,2 anos na ativa, 24,6 anos aposentado e 11 anos com direito a pensão aos seus descendentes. Ou seja, em média, são 69,8 anos de comprometimento da União com o servidor. “A tendência é que esses períodos sejam gradualmente maiores em virtude do aumento na expectativa de vida da população. Assim, a despesa com um servidor permanece na folha de pagamento durante toda a sua vida funcional ativa, passando pelo período de aposentadoria e continua até que o seu último dependente perca o direito à pensão”, destacou a pasta em nota.

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