O presidente Jair Bolsonaro disse na quinta-feira (12) que a equipe econômica segue estudando a possibilidade de liberar mais duas parcelas do auxílio emergencial. Em live nas redes sociais, Bolsonaro descartou mais uma vez a manutenção do atual valor e citou o risco de endividamento público para adiantar que poderá vetar uma eventual lei que fixe os pagamentos extras em R$ 600. “Não se pode gastar mais, gostaria de gastar, mas se endividar muito, a gente extrapola a capacidade de endividamento. Se não tivermos cuidado, a Selic pode subir, vira o paraíso da agiotagem legalizada e cada vez mais a riqueza vai para pagar juros das dívidas”, comentou. “A gente tem que ter responsabilidade. Se a Câmara passar para R$ 400, R$ 500 ou voltar para R$ 600, qual vai ser a minha atitude para que o Brasil não quebre? Se pagar mais duas de R$ 600, vamos ter uma dívida cada vez mais impagável. É o veto”, afirmou.
