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Brasil participa de cúpula global de IA na Índia

Da redação
16 de fevereiro de 2026
Evento reúne líderes políticos e executivos de tecnologia para discutir regulação, investimentos e o papel do Sul Global no avanço da inteligência artificial

A Índia recebe a partir desta segunda-feira (16) a Cúpula de Impacto da Inteligência Artificial 2026, encontro internacional que reúne chefes de Estado, executivos do setor de tecnologia, pesquisadores e representantes da sociedade civil para debater os rumos da inteligência artificial. O evento acontece em Nova Déli e segue até sexta-feira.

Entre autoridades, estarão presentes:

  • Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil – além de ministros.
  • Narendra Modi, primeiro-ministro da Índia,
  • Emmanuel Macron, presidente da França.
  • Pedro Sánchez, primeiro-ministro da Espanha.
  • António Guterres, Secretário-Geral da ONU.
  • Delegações ministeriais de mais de 45 países.
  • A delegação dos Estados Unidos, segundo o jornal Times of India, será liderada por altos funcionários e líderes do setor.

Entre executivos, devem comparecer:

  • Sam Altman, CEO da OpenAI.
  • Sundar Pichai, CEO da Alphabet (controladora do Google).
  • Dario Amodei, chefe da Anthropic.
  • Demis Hassabis, CEO do Google DeepMind.

A cúpula faz parte de uma série de iniciativas globais voltadas à governança e ao desenvolvimento da inteligência artificial, após eventos semelhantes realizados recentemente na Europa e na Ásia. A escolha da Índia como sede reflete a estratégia do país de se posicionar como protagonista na corrida tecnológica, com investimentos em semicondutores, startups e infraestrutura digital.

No campo bilateral, Brasil e Índia devem avançar em parcerias ligadas à transformação digital, incluindo cooperação em inteligência artificial, infraestrutura tecnológica, semicondutores e governança da internet. Também estão previstos debates sobre regulação das big techs, uso responsável da IA e redução das desigualdades tecnológicas entre países.

Outro tema em pauta é a cooperação em minerais críticos, essenciais para setores como tecnologia, energia limpa e defesa. O Brasil pretende reforçar a estratégia de agregar valor à produção nacional e ampliar parcerias sem acordos de exclusividade.

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