Encomenda eleva total do ACV-30 a 150 unidades e reforça programa dos Fuzileiros Navais com versão equipada com canhão de 30 mm
A BAE Systems assinou nesta quarta-feira (4) um contrato de US$ 195 milhões para produzir novos veículos anfíbios de combate (ACVs) destinados ao Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos.
Com o novo pedido, o total de unidades encomendadas da variante ACV-30 chega a 150 veículos dentro do programa. O modelo é equipado com canhão de 30 mm, ampliando o poder de fogo e a capacidade de atingir alvos inimigos a maiores distâncias.
Desenvolvido como uma plataforma de nova geração, o ACV foi projetado para aumentar mobilidade, sobrevivência e adaptabilidade em operações anfíbias, atendendo às demandas operacionais dos fuzileiros. Segundo a empresa, a nova encomenda garante continuidade ao fornecimento de soluções avançadas em apoio às missões.
“Este contrato reflete a solidez da parceria e o compromisso conjunto com o Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos para equipar as forças com as capacidades necessárias”, afirmou Rebecca McGrane, vice-presidente de Veículos Anfíbios da BAE Systems. “Os veículos adicionais mantêm o programa alinhado às necessidades operacionais, garantindo que os Fuzileiros estejam preparados para qualquer cenário.”
Atualmente, a BAE Systems também mantém contratos para as variantes ACV-P (pessoal) e ACV-C (comando). O ACV-P transporta até 13 fuzileiros totalmente equipados, além de três tripulantes, enquanto o ACV-C conta com múltiplas estações de trabalho voltadas à gestão da consciência situacional no campo de batalha.
A empresa informou ainda que já produziu e entregou três unidades da variante ACV-R (recuperação), na configuração de Teste Representativo de Produção, com integração de guindaste realizada pelo governo dos EUA no Anniston Army Depot. O modelo terá função de manutenção, recuperação e reparo em campo para apoiar unidades anfíbias de assalto.
A produção do ACV-30 ocorrerá nas unidades da BAE Systems em Johnstown e York (Pensilvânia) e Charleston (Carolina do Sul), onde será feita a integração da torre da Kongsberg, sob responsabilidade do governo norte-americano.
