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Atlas/Bloomberg: Lula mantém liderança, enquanto Flávio Bolsonaro avança

Da redação
21 de janeiro de 2026
Levantamento testou cenários de primeiro e segundo turno com nomes do bolsonarismo e governadores

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva segue liderando todos os cenários eleitorais testados pela pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira (21), apesar do avanço do senador Flávio Bolsonaro, que cresceu mais de dez pontos percentuais nos últimos dois meses e reduziu a distância em relação ao petista.


No cenário em que Flávio aparece como principal nome do bolsonarismo, sem a presença do governador paulista Tarcísio de Freitas, o senador registra 35% das intenções de voto, seis pontos a mais do que na pesquisa anterior, realizada em dezembro. Lula lidera com 47%. Na sequência, aparecem Ronaldo Caiado (4%), Renan Santos (3%), Ratinho Jr. (3%), Romeu Zema (3%) e Aldo Rebelo (1%), em empate técnico.

Quando Tarcísio substitui Flávio no cenário, o governador de São Paulo marca 28% — mesmo patamar do levantamento anterior — enquanto Lula mantém a liderança com 48%. Caiado sobe para 5%, seguido por Ratinho Jr. (4%), Zema (4%) e Renan Santos (3%). Aldo Rebelo permanece com 1%.


A pesquisa também testou um cenário com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro como representante do bolsonarismo. Nesse caso, ela alcança 31% das intenções de voto, abaixo dos percentuais de Flávio e Tarcísio, enquanto Lula mantém 48%. Caiado aparece com 11%, e os demais candidatos não ultrapassam 4%.


Em um quarto cenário, sem Flávio Bolsonaro nem Tarcísio de Freitas, Lula amplia a vantagem e chega a 49%. Caiado aparece em segundo, com 15%, seguido por Zema (11%) e Ratinho Jr. (9%).


Nos cenários de segundo turno, o presidente também leva vantagem em todas as simulações. As disputas mais equilibradas ocorrem contra Flávio Bolsonaro e Tarcísio de Freitas, com Lula registrando 49% das intenções de voto, contra 45% dos adversários. Nos confrontos com Caiado, Zema e Ratinho Jr., os concorrentes não ultrapassam 39%.


O levantamento ouviu 5.418 eleitores entre os dias 15 e 20 de janeiro. A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos.

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