MONEY TALKS repercute o levantamento Quaest divulgado pela Folha de S. Paulo que divide os entrevistados entre progressistas, invisíveis e conservadores. A pesquisa revela que o Brasil polarizado nas redes sociais representa apenas 11% dos cidadãos, enquanto a maioria (os invisíveis) não se engaja ou participa intensamente do debate político. Ao analisar as posturas dos invisíveis, observa-se que eles tendem a ser mais conservadores, apesar do rótulo de neutralidade atribuído pelo levantamento. E a maior parte desses grupos compartilha posições culturais e religiosas próximas dos conservadores, ofuscadas pela maior exposição dos progressistas nas redes. Dessa maneira, podemos afirmar que as grandes polêmicas nas redes sociais são iniciadas pelos progressistas militantes e patriotas indignados. Geralmente, eles são seguidos pelos esquerdistas e conservadores tradicionais (35% do total). Avaliamos que todo o barulho que escutamos diariamente é reflexo daquilo que produz uma minoria dos brasileiros. Participaram o publisher de MR, Aluizio Falcão Filho, o editor-chefe, André Vargas, e o editor Rodrigo Dias.
