Impulsionada pela demanda de chips de IA, empresa seria a terceira economia do mundo se o montante fosse traduzido em PIB, ficando apenas atrás de EUA (US$ 30,34 trilhões) e China (US$ 19,53 tri)
Trasnacional de tecnologia, a Nvidia entrou para a história dos mercados financeiros ao se tornar a primeira do mundo a atingir US$ 5 trilhões em valor de mercado, com suas ações subindo mais de 4% e impulsionadas pela forte demanda global por soluções de inteligência artificial e semicondutores. Se o valor subjetivo de mercado pudesse ser transformado em resultado econômico, a Nvidia teria o terceiro maior produto interno bruto (PIB) anual do mundo, ficando apenas atrás de Estados Unidos (US$ 30,34 trilhões) e China (US$ 19,53 tri). A quarta posição seria da Alemanha (US$ 4,92 tri).
O marco foi celebrado após a companhia anunciar encomendas de chips de IA no valor de US$ 500 bilhões, além de planos para construir supercomputadores para o governo dos EUA e parcerias estratégicas com gigantes, como a Nokia para desenvolvimento da tecnologia 6G.
O salto de valorização coloca a Nvidia à frente até mesmo de grandes economias nacionais, superando inclusive o PIB de países como Alemanha e Japão. Analistas afirmam que a rápida ascensão do valor de mercado reflete a aposta dos investidores na capacidade da empresa de liderar a próxima revolução tecnológica, especialmente diante do crescente avanço da IA.
O CEO Jensen Huang destacou que a companhia está apenas no início de uma nova era. Apesar do otimismo, especialistas ponderam que tamanha valorização exige cautela em relação a uma possível bolha, embora o papel dominante da Nvidia nas bolsas internacionais pareça, por ora, consolidado.
