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Barreira dos EUA segura PIB, mas inflação cede para 5,17%

Da redação
14 de julho de 2025
Reflexos do protecionismo trumpiano emergem nas expectativa do Focus, com desempenho da economia mantido em 2,23% após alta de 0,03 ponto em 4 semanas

O Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (14) pelo Banco Central Banco Central (BC) projetou uma mediana de expectativas para o final de 2025, com manutenção da inflação, conforme ocorre há sete semanas, mas com estagnação do produto interno bruto (PIB), decorrência dos sinais de cautela com os desdobramentos da elevação das tarifas de importação a serem adotadas pelo governo americano a partir de 1º de agosto.

Os preços medidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechariam o ano em queda de 0,01 ponto percentual, a 5,17% – acima do teto da meta inflacionária de 4,50% estabelecido pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Foi a sétima retração seguida. Há um mês o patamar estava em 5,25%. As perspectivas para o PIB foram mantidas em 2,23%, com o dólar recuando para R$ 5,65 (estava em R$ 5,70 no levantamento anterior). Já a taxa básica de juros da economia permaneceria em 15%, conforme decisão emitida na última reunião do Copom.

Para 2026, a inflação oficial estimada ficaria em 4,50%, no teto da meta deste ano, com PIB elevado para 1,89%, alta de 0,03 ponto, dólar em queda para R$ 5,70 (estava em R$ 5,80 há um mês) e Selic estável de 12,50% desde o início de janeiro.

A cada edição do Focus são consultados cerca de 120 bancos, gestores de recursos, consultorias, distribuidoras e consultorias econômicas.

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