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Confiança do Construção cresce 0,7 ponto em junho

Da redação
25 de junho de 2025
Nova faixa do Minha Casa Minha Vida trouxeu perspectivas mais positivas. ICST fica em 94, interrompendo queda

O Índice de Confiança da Construção (ICST) medido pela Fundação Getúlio Vargas Instituto Brasileiro de Economia (FGV Ibre) subiu 0,7 ponto em junho, para 94,0 pontos, e interrompe a queda observada nos últimos dois meses. Na média móvel trimestral, o índice voltou a ceder, desta vez, 0,4 ponto, sexta queda seguida, divulgou a instituição nesta quarta-feira (25).

“As medidas recentes, de criação de nova faixa para o programa Minha Casa Minha Vida, trouxeram perspectivas mais positivas para a demanda e alavancaram as expectativas das empresas do mercado de Edificações. Assim, após duas quedas consecutivas, em junho a confiança setorial cresceu. De todo modo, o ambiente de negócios permanece mais hostil e desafiador, o que tem contribuído para uma percepção em relação à situação corrente dos negócios mais negativa: as empresas chegaram em junho menos confiantes do que há um ano”, observou Ana Maria Castelo, Coordenadora de Projetos da Construção do FGV Ibre.

A alta da confiança da construção, neste mês, foi impulsionada pela melhora das perspectivas para os próximos meses. O Índice de Expectativas cresceu 1,7 ponto, atingindo 96,3 pontos, maior nível desde dezembro do ano passado (97,5 pontos). O Índice de Situação Atual ficou ligeiramente estável ao variar -0,2 ponto, para 92,0 pontos.

Os dois componentes do ISA-CST variaram em sentidos opostos: o indicador de situação atual dos negócios avançou 0,4 ponto, alcançando 91,6 pontos, e o indicador de volume de carteira de contratos recuou 0,8 ponto, para 92,4 pontos. Já entre os componentes do IE-CST, os dois indicadores subiram: demanda prevista nos próximos três meses cresceu de 1,8 ponto, alcançando 97,7 pontos, e tendência dos negócios aumentou 1,5 ponto, para 94,8 pontos.

O NUCI da Construção variou -0,2 ponto percentual (p.p.), chegando aos 79,3%. O NUCI de Mão de Obra ficou estável, enquanto o NUCI de Máquinas e Equipamentos variou 0,3 ponto percentual, para 81,0% e 73,9%, respectivamente.

(FGV)

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