Juan Guaidó, reconhecido pelo governo brasileiro como presidente interino da Venezuela, anunciou novas manifestações no país na quarta-feira (30) e sábado (2). Os protestos devem aumentar a pressão contra o ditador Nicolás Maduro. No fim de semana, a ONU e diversos países europeus, como Espanha e Alemanha, deram prazo para que Maduro deixe o cargo e convoque novas eleições. Sustentado pela Rússia e China, o ditador demonstrou que continuará no poder e não deve atender aos pedidos da comunidade internacional.
