Empresa liderada por João Adibe investe R$ 80 milhões e aposta na força da beleza coreana
Às vésperas de completar 50 anos, a Cimed reforça sua aposta em inovação e internacionalização com uma nova investida no mercado de beleza. Durante a Missão Coreia 2026, expedição que reúne executivos da companhia e representantes das principais redes farmacêuticas do país, a empresa anunciou a criação da Mili, sua primeira marca de skincare, desenvolvida com produtos 100% coreanos e investimento de R$ 80 milhões.
A iniciativa acompanha a crescente relevância da Coreia do Sul no mercado global de beleza. A nova linha chega ao Brasil nos próximos meses com sete produtos formulados a partir de tecnologias que ganharam destaque na indústria coreana, incluindo exossomos e peptídeos. Para desenvolver a marca, a Cimed promoveu uma imersão de três meses na Ásia, passando por quatro países, mapeando fornecedores e acompanhando de perto as inovações do setor.

“A gente está olhando para a Coreia do Sul porque muitas das transformações que chegam ao consumidor brasileiro começam por lá. Eles são pioneiros desse mercado, e nosso objetivo não é simplesmente trazer uma tendência, mas entender o que está por trás dela e transformar esse conhecimento em produtos, negócios e novas experiências para o brasileiro”, afirma João Adibe, CEO da Cimed.
A viagem a Seul também serve como plataforma para estreitar a troca de conhecimento com o varejo farmacêutico brasileiro. A programação inclui visitas a fábricas, centros de pesquisa e desenvolvimento e farmácias reconhecidas por seus modelos inovadores de interação com consumidores.

Além do lançamento da Mili, a companhia aproveitou a missão para anunciar a ampliação do portfólio da Milimetric, marca voltada exclusivamente para profissionais da estética injetável. A linha passa a contar com novas volumetrias e produtos, incluindo lançamentos da família de ácido hialurônico Milimetric PRO Biohyalux, ampliando as possibilidades de aplicação em procedimentos estéticos.
A expansão reforça a estratégia da Cimed de acompanhar tendências que já ganham espaço no mercado asiático, como exossomos, polinucleotídeos e tecnologias ligadas à regeneração celular. O objetivo é identificar inovações ainda em estágio inicial, validar sua aplicação no Brasil e acelerar a chegada de novas soluções aos profissionais e consumidores do país.
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