Francisco Santos chega como diretor de crescimento, enquanto Alexandre Riccio assume a operação global e passa a integrar o conselho da companhia
O Inter anunciou nesta terça-feira (13) mudanças em sua estrutura de liderança para acelerar o crescimento no Brasil, aumentar a agilidade na tomada de decisões e fortalecer a execução de sua estratégia de longo prazo. Francisco Santos, ex-CEO da Midway, assume como Chief Growth Officer (CGO), enquanto Alexandre Riccio, que comandava a operação brasileira do banco digital, passa a ocupar os cargos de Chief Operating Officer (COO) e vice-presidente executivo do conselho da Inter&Co, controladora do Inter.
Com a reorganização, o CEO global da companhia, João Vitor Menin, ampliará sua participação nas operações e na execução dos negócios no Brasil. Santos ficará responsável pelas prioridades de crescimento no mercado brasileiro, com foco no relacionamento com clientes e na ampliação da monetização dos negócios, especialmente nas áreas de crédito e serviços. Riccio, por sua vez, terá responsabilidades operacionais que vão além do país, mantendo a liderança das áreas de crédito, cobrança e operações.
Santos chega ao Inter após comandar a Midway, braço de serviços financeiros do Grupo Guararapes, onde liderou a transformação da empresa em uma plataforma rentável e de crescimento acelerado. O executivo também acumula passagens por PicPay, Cielo, Itaú Unibanco, Santander e BTG Pactual. A experiência no setor financeiro deverá contribuir para a expansão das operações e o aumento da geração de receitas do banco digital.
Riccio ingressou no Inter em 2013 e, antes da mudança, era CEO da operação brasileira. Na nova função, será responsável por fortalecer a eficiência operacional e a infraestrutura da companhia em suas diferentes geografias. Ele também passará a integrar o conselho de administração da Inter&Co como vice-presidente executivo, trabalhando ao lado de Rubens e João Vitor Menin.
Segundo Menin, a nova estrutura busca tornar a gestão mais horizontal e enxuta, combinando a experiência de Santos no setor financeiro, o conhecimento de Riccio sobre a companhia e uma participação mais direta do CEO global nas operações brasileiras. A reorganização ocorre em um momento em que o Inter busca ampliar sua capacidade de crescimento e fortalecer a execução de seus negócios no Brasil e nos demais mercados em que atua.
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