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BTG Pactual atinge ROAE de 26,7% com novos recordes de receita e lucro no trimestre

Da redação
11 de agosto de 2026
Lucro líquido ajustado alcançou R$ 5,1 bilhões no 2T26, enquanto as receitas totais atingiram R$ 10,4 bilhões

O BTG Pactual (BPAC11), maior banco de investimentos da América Latina, registrou mais um trimestre de resultados recordes, com desempenho sólido das principais linhas de negócios e ROAE de 26,7% no 2T26. A receita total alcançou R$ 10,4 bilhões, alta de 16% em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto o lucro líquido ajustado totalizou R$ 5,1 bilhões, avanço de 23% na mesma base de comparação. O banco também registrou captação líquida de R$ 59 bilhões no trimestre e encerrou o período com R$ 2,7 trilhões em ativos sob gestão e administração (AuM/WuM).

Nos primeiros seis meses de 2026, as receitas do BTG Pactual alcançaram R$ 20,4 bilhões, com crescimento de 24% em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto o lucro líquido ajustado somou R$ 10,0 bilhões, avanço de 31% na mesma base de comparação. O desempenho, novamente em nível recorde para o banco, reflete a solidez e a diversificação da plataforma, com contribuição consistente das diferentes linhas de negócio, aliadas à contínua captura de ganhos de eficiência e alavancagem operacional.

“Entregamos mais um trimestre de resultados recordes, refletindo a solidez e a diversificação da nossa plataforma, bem como nossa capacidade de capturar oportunidades em diferentes ambientes de mercado. Seguimos comprometidos com um crescimento disciplinado, pautado pela excelência na execução, pela inovação e por uma gestão rigorosa de riscos. Agradeço aos nossos clientes pela confiança no BTG Pactual e a todos os nossos colaboradores pelo empenho e dedicação, fundamentais para continuarmos gerando valor aos nossos stakeholders”, afirma Roberto Sallouti, CEO do BTG Pactual.

Desempenho por área de negócios

A área de Investment Banking apresentou performance resiliente no trimestre, com receitas de R$ 421,4 milhões, destacando a liderança de mercado do banco e capacidade de capturar oportunidades ao longo de diferentes ciclos. Durante o trimestre, o BTG Pactual atuou como único participante da América Latina no sindicato do IPO da SpaceX, a maior oferta de ações da história, reforçando a posição do banco como principal parceiro latino-americano para transações globais.

Corporate Lending e Business Banking alcançou receita recorde de R$ 2,5 bilhões no trimestre, com alta de 19% na comparação anual, refletindo a contínua expansão da carteira com spreads saudáveis e originação disciplinada. O portfólio de crédito apresentou crescimento de 21% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A área de Sales & Trading apresentou receitas de R$ 1,9 bilhão, desempenho resiliente apesar do ambiente macro desafiador, com uma alocação de risco mais eficiente compensando a atividade de clientes mais fraca. O Value at Risk (VaR) recuou para 0,22%, refletindo a abordagem conservadora de gestão de risco do banco. O BTG Pactual foi reconhecido pela Institutional Investor com o 1º lugar nas categorias Research, Sales, Trading e Corporate Access na América Latina, além de liderar os rankings de Research e Trading no Brasil.

Asset Management encerrou o trimestre com R$ 1,4 trilhão em ativos sob gestão e administração (AuM/AuA), crescimento de 25% em relação ao 2T25, impulsionado por uma forte captação líquida (NNM). No trimestre, o NNM atingiu R$ 29,4 bilhões, em um contexto desafiador para a indústria de fundos, que registrou resgates. As receitas somaram R$ 793,5 milhões, refletindo a expansão consistente do AuM/AuA e maiores receitas de taxa de administração.

Wealth Management & Personal Banking, registrou receitas de R$ 1,4 bilhão no trimestre, alta de 16,8% em relação ao mesmo período do ano anterior, impulsionada principalmente pelo crescimento de ativos. A franquia registrou captação líquida (NNM) de R$ 29,1 bilhões no trimestre, reforçando o contínuo ganho de participação de mercado, e encerrou o período com R$ 1,3 trilhão em ativos sob gestão.

Consumer Finance & Banking reportou receitas de R$ 1,5 bilhão, aumento de 37% em relação ao 1T26, impulsionada pela expansão da carteira, melhora nos spreads e contribuição adicional da nossa participação na Meu Tudo. A partir desse trimestre, o banco passa a consolidar também nessa vertical a participação de 48% da Meu Tudo – transação que foi concluída em abril desse ano. A carteira de Consumer Finance alcançou R$ 78,2 bilhões, crescimento de 6,2% no trimestre, apoiada principalmente pela originação de crédito consignado privado.

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