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Edtech criada por estudantes do Inteli e USP foca na “aprendizagem invisível”

Da redação
11 de junho de 2026
Questly captou recursos com investidores-anjo e já é avaliada em R$ 10 milhões

A Questly nasceu da inquietação de jovens do Inteli e da USP diante da dificuldade de estudantes e recém-formados em se preparar para exames decisivos como OAB, ENAMED e ENEM. Avaliada em R$ 10 milhões após aporte inicial de investidores-anjo, a edtech aposta em tecnologia para personalizar o aprendizado e tornar o processo mais leve e eficiente.

O conceito central da startup é a “aprendizagem invisível”. Por meio de um aplicativo mobile-first, baseado em inteligência artificial, a plataforma transforma pequenos intervalos do dia em sessões curtas de estudo de alto rendimento. A proposta é converter momentos ociosos em oportunidades de preparação, reduzindo a ansiedade típica de provas importantes.

Segundo os fundadores, Arthur Yoshida e Heitor Cândido (imagem), a tecnologia AI-First da Questly dispensa videoaulas genéricas e aposta em algoritmos proprietários que trabalham com retenção de memória e um tutor adaptativo. Esse sistema identifica lacunas de conhecimento e oferece revisões personalizadas e contínuas, aumentando a eficiência e diminuindo o impacto na saúde mental dos estudantes.

O aplicativo já foi testado entre alunos de medicina e agora busca novos investidores para expandir ao Direito, em parceria com a OAB, além de adaptar a solução ao ENEM. O acesso é gratuito, reforçando o compromisso da edtech em ampliar a preparação de alta performance.

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