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As lições de Amyr Klink para incorporar riscos e lidar com o inesperado

Da redação
12 de abril de 2026

Em palestra realizada na FEICON, Amyr Klink levou aos profissionais da construção civil uma reflexão sobre como planejar e executar em cenários de alta complexidade.

O navegador e empreendedor estabeleceu um paralelo entre suas expedições marítimas e os desafios enfrentados por empresas do setor, destacando que qualquer projeto sólido começa com clareza sobre o ponto de partida e o destino.

Sua travessia do Atlântico Sul em um barco a remo, concluída em 100 dias, exemplifica como disciplina e preparação rigorosa transformam objetivos em resultados concretos.

Klink reforçou que o risco não deve ser evitado, mas incorporado ao projeto.

Ao desenvolver embarcações, adotou soluções que previam o inesperado, como barcos capazes de capotar e retornar à posição original, aumentando a segurança em condições adversas.

Essa lógica, conforme ele, dialoga diretamente com a engenharia e a construção, áreas que precisam responder a cenários imprevisíveis, sejam eles climáticos, econômicos ou operacionais.

“Não se trata de contar com condições ideais, mas de se preparar para cenários adversos”, destacou.

Outro ponto central foi a execução. Para Klink, o planejamento abre o caminho, mas é a disciplina diária que sustenta o resultado.

Durante suas expedições, cada etapa foi guiada por metas claras, controle de recursos e melhoria contínua, permitindo concluir percursos antes do prazo.

Mais do que superar limites, sua satisfação veio de cumprir exatamente o que havia planejado.

A mensagem do navegador no evento foi que construir não é apenas erguer estruturas, mas transformar intenção em operação e garantir que o planejamento se traduza em entrega.

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