O Ibovespa fechou em baixa de 1,02% nesta quinta-feira (12), aos 187.766 pontos. O dólar subiu 0,25%, cotado a R$ 5,19 no encerramento. Acompanhando o movimento de baixa do exterior e devolvendo parte dos ganhos, o índice nacional não conseguiu fôlego para se sustentar em campo positivo, em meio à repercussão de dados domésticos de atividade e à cautela com juros. Do lado positivo, as ações do Banco do Brasil subiam na contramão dos pares após a divulgação de resultados trimestrais, com lucro líquido ajustado de R$ 20,685 bilhões em 2025. Na outra ponta, Petrobras puxou o índice para baixo com a desvalorização da commodity no mercado global. Por aqui, o mercado repercutiu os dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), que apontaram queda de 0,4% no volume de serviços em dezembro ante novembro. Apesar do recuo no fim do ano, o setor fechou 2025 com alta de 2,8% e segue operando em nível elevado, cerca de 19,6% acima do patamar pré-pandemia e apenas 0,4% abaixo do pico histórico da série, o que reforça a leitura de uma atividade ainda resiliente. De modo geral, a atividade econômica continua aquecida, especialmente em serviços, segmento considerado mais sensível ao mercado de trabalho e mais relevante para a dinâmica da inflação.
As maiores altas foram das preferenciais da Oi (13,17%) e Telebras (9,14%). As baixas, Fictor Alimentos (-14,29%) e preferenciais da Recrusul (-13,57%). Das cinco ações mais negociadas, três apresentaram evolução: Banco do Brasil (4,5%), preferenciais da Gol (0,44%), preferenciais da Raízen (-12,99%), Ambev (4,76%) e Vale (-0,95%). O volume negociado foi de R$ 39,38 bilhões.
