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Inflação desacelerada crava 7° recorde do ano

Da redação
27 de janeiro de 2026

O Ibovespa fechou em forte alta de 1,79% nesta terça-feira (27), aos 181.919 pontos – maior patamar da hitória, em seu sétimo recorde nominal em 2026. A valorização no ano é de 13,3%. O dólar caiu 1,41%, cotado a R$ 5,20 no encerramento. Em mais uma sessão com diversos fatores favoráveis, o índice nacional cravou mais um pregão de ganhos estruturantes, batendo outro recorde histórico. Com uma condução política e econômica de Donald Trump, além de uma prévia da inflação animadora, os investidores estrangeiros entraram com força no mercado brasileiro. Lá fora, o mercado aguarda as reações de Trump em relação ao acordo histórico firmado entre a União Europeia e a Índia, com a redução de tarifas sobre uma vasta lista de produtos. O acordo abre caminho a um livre comércio de bens e serviços entre as 27 nações da UE e o país asiático, representando um mercado de cerca de 2 bilhões de pessoas. Na véspera, o republicano anunciou um aumento das tarifas sobre as importações sul-coreanas para os EUA. Por aqui, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) subiu 0,20% em janeiro, conforme apontou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado representa uma desaceleração em relação a dezembro, quando foi registrado uma alta de 0,25%.

As maiores altas foram das preferenciais da Textil RenauxView (19,75%) e preferenciais da Recrusul (13,74%). As baixas, PDG (-16,43%) e Desktop (-14,06%). Todas as cinco ações mais negociadas apresentaram evolução: Cogna (0,66%), Cosan (3,19%), B3 (2,55%), preferenciais da Petrobras (2,63%) e preferenciais da Raízen (13,25%). O volume negociado foi de R$ 35,14 bilhões.

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