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Vale sustenta patamar histórico dos 171 mil pontos

Da redação
21 de janeiro de 2026

O índice nacional fechou em forte alta de 3,33% nesta quarta-feira (21), aos 171.816 pontos. O dólar caiu 1,13%, cotado a R$ 5,31 no encerramento. Embalado por uma combinação de fatores: entrada de fluxo estrangeiro, máximas históricas das ações da Vale e a divulgação de uma nova pesquisa eleitoral que mostrou redução da vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o índice nacional renovou, em mais uma sessão, seu recorde histórico, ultrapassando o patamar dos 171 mil pontos. Um dos principais motores do pregão é a forte alta das ações da mineradora, que renovaram máxima histórica e puxam o índice para cima, em um dia de valorização generalizada de papéis ligados a commodities. Além disso, o movimento de fuga de ativos nos Estados Unidos, provocado pela escalada das tensões geopolíticas e comerciais envolvendo o governo Donald Trump, tem direcionado dólares para mercados emergentes como o Brasil. Na cena doméstica, a atenção dos investidores continua sendo as eleições de 2026, especialmente a crescente competitividade de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um eventual segundo turno contra Lula. Em simulações de segundo turno da AtlasIntel, a diferença entre Lula e Flávio caiu para 4 pontos percentuais. O mesmo nível de vantagem aparece em um cenário contra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

As maiores altas foram do Grupo Toky (27,59%) e Paranapanema (18,82%). As baixas, Sondotecnica (-20,56%) e preferenciais da Recrusul (-18,73%). Todas as cinco ações mais negociadas apresentaram evolução: preferenciais da Petrobras (3,53%), Vale (3,02%), B3 (5,66%), preferenciais do Bradesco (3,08%) e Cogna (10,69%). O volume negociado foi de R$ 43,32 bilhões.

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