Confira o que apontam os índices do mês de outubro divulgados pela Fundação Getúlio Vargas e Instituto Brasileiro de Economia (FGV/IBRE) nesta quarta-feira (29).
- O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) subiu 0,87% em dezembro, após variar 0,02% no mês anterior. Entre janeiro e dezembro de 2021, o índice acumulou alta de 17,78%. Em dezembro de 2020, o índice havia subido 0,96% e acumulava alta de 23,14% em 12 meses;
- O Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) cedeu 7,0 pontos em dezembro, para 122,3 pontos. Com a terceira queda consecutiva, agora em maior magnitude, o indicador está 7,2 pontos acima do nível de fevereiro de 2020 (115,1 pts), último mês antes da chegada da pandemia ao país;
- O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 0,95% em dezembro, após queda de 0,29% em novembro. Na análise por estágios de processamento, a taxa do grupo Bens Finais variou 0,53% em dezembro. Em novembro, a taxa do grupo subiu 0,97%. A principal contribuição para este resultado partiu do subgrupo combustíveis ao consumo, cuja taxa passou de 8,60% para 0,25%, no mesmo período. O índice relativo a Bens Finais (ex), que exclui os subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, variou 0,70% em dezembro, ante 0,51% no mês anterior;
- O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou 0,84% em dezembro, ante 0,93% em novembro. Seis das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas. A principal contribuição partiu do grupo Transportes (2,93% para 1,26%). Nesta classe de despesa, vale citar o comportamento do item gasolina, cuja taxa passou de 7,14% em novembro para 2,24% em dezembro;
- O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) variou 0,30% em dezembro, ante 0,71% em novembro. Os três grupos componentes do índice registraram as seguintes variações na passagem de novembro para dezembro: Materiais e Equipamentos (1,23% para 0,48%), Serviços (0,49% para 0,57%) e Mão de Obra (0,28% para 0,10%).
