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Ministro da Saúde, Queiroga é diagnosticado com covid nos EUA

Marcelo Queiroga, o ministro da Saúde, testou positivo para o novo coronavírus nesta terça-feira (21), enquanto participa da comitiva oficial do presidente Jair Bolsonaro, que discursou na 76ª Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, Estados Unidos. O ministro apresentou sintomas nesta terça, passou por testes e foi diagnosticado. Ele passa bem, mas terá que permanecer 14 dias em isolamento nos Estados Unidos, até eliminar o vírus do organismo, de acordo com recomendado pelos protocolos internacionais de enfrentamento da pandemia. Por meio de sua conta no Twitter, ele confirmou sua condição.

O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, come pizza na rua em Nova York, antes da Assembleia Geral da ONU, na companhia de Pedro Guimarães, presidente da Caixa Econômica; Luiz Eduardo Ramos, ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência; Gilson Machado Neto, ministro do Turismo; Marcelo Queiroga, ministro da Saúde; Flávio Rocha, secretário de assuntos especiais da Presidência; e Anderson Torres, ministro da Justiça

Por meio de nota, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República informou que os demais integrantes da comitiva foram submetidos a testes que resultaram negativos. De acordo com o mesmo comunicado, Queiroga já recebeu as duas doses da vacina. Enquanto estiver em isolamento, a pasta da Saúde ficará sob responsabilidade do secretário-executivo, Rodrigo Cruz, que será o ministro substituto.

Até agora, este foi o segundo caso detectado em um integrante da delegação presidencial. O primeiro foi um diplomata que só havia recebido uma dose de imunizante. Queiroga, o presidente Bolsonaro e integrantes do governo circularam pela cidade de Nova York (ao lado). Por não estar vacinado, o presidente do Brasil não pode sequer entrar em uma pizzaria.

O caso de Queiroga surge justo no dia em que o presidente fez um pronunciamento no qual defendeu tratamentos ineficazes contra a doença. No dia anterior, Bolsonaro esteve com o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, que defendeu a necessidade de vacinas. Bolsonaro apenas comentou que não se vacinou, balançando o dedo em sinal negativo, o que criou mais um constrangimento. Uma das vacinas adotadas no Brasil, a Covishield, é da multinacional anglosueca AstraZeneca e foi desenvolvida em parceria com a universidade britânica de Oxford. O imunizante foi testado com sucesso em voluntários brasileiros e é fabricado sob licença pela Fiocruz, mediante acordos internacionais envolvendo o Ministério da Saúde.

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