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Casa de Crivella é alvo de buscas; ação apura fraudes em contratos

A casa do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (Republicanos), a prefeitura e o Palácio da Cidade, onde ele despacha, foram alvos de buscas pelo Ministério Público (MP) e Polícia Civil do estado na manhã desta quinta-feira (10). A ação é um desdobramento da Operação Hades, deflagrada em março, que investiga um suposto esquema de corrupção na administração municipal. Um celular de Crivella foi apreendido.

A ação cumpriu 22 mandados de busca e apreensão expedidos pelo 1º Grupo de Câmara Criminal do Tribunal de Justiça (TJ) e atingem, além do prefeito, o ex-senador Eduardo Lopes, o empresário Rafael Alves e o ex-tesoureiro da campanha de Crivella em 2008, Mauro Macedo. De acordo com as apurações, empresas que tinham dinheiro a receber do município entregariam cheques a Alves, que, em troca, facilitaria o acerto em contratos com a prefeitura. Rafael é irmão do presidente da Riotur, Marcelo Alves.

A operação que tem Crivella como alvo ocorre dois dias depois da realização de buscas na casa do ex-prefeito Eduardo Paes (DEM. Eles serão adversários nas eleições municipais deste ano. Pesquisas colocam os dois como favoritos no pleito. A ação contra Paes foi autorizada pela Justiça Eleitoral, que aceitou denúncia do MP do Rio de Janeiro contra o ex-prefeito por corrupção, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica.

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