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41% defendem previsibilidade nos preços dos combustíveis, diz pesquisa

Uma pesquisa XP/Ipespe divulgada na quarta-feira (24) mostra que a avaliação positiva do governo Jair Bolsonaro se manteve praticamente inalterada, saindo de 30% para 31%, em relação à rodada realizada em 4 de fevereiro. Os que classificam a gestão Bolsonaro como ruim ou péssima se mantiveram em 42%. Foram realizadas 800 entrevistas de abrangência nacional, nos dias 22 e 23. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais.

A sondagem também apurou a opinião dos eleitores sobre o episódio da troca do presidente da Petrobras, com a destituição de Roberto Castello Branco e a indicação do general Joaquim Silva e Luna. A população aparece dividida na avaliação da conduta do presidente Bolsonaro: 40% dos entrevistados entendem que ele errou ao demitir o presidente da estatal, enquanto 38% consideram a troca como um acerto.

Sobre a definição dos preços dos combustíveis, 41% acreditam que, mesmo sendo pautados pelo mercado, os reajustes deveriam ter prazos definidos pelo governo, por exemplo, com uma limitação de aumento de preços em intervalos menores que três meses. A não interferência do Executivo nos preços dos combustíveis é defendida por 25% dos entrevistados.

Em relação ao auxílio emergencial, a retomada da política de complemento de renda para mitigar os efeitos da pandemia tem amplo apoio na sociedade, conforme o levantamento XP/Ipespe. O percentual dos que defendem que o governo estabeleça uma nova rodada do benefício, com valor entre R$ 200 e R$ 300, é de 69%. A criação de um novo auxílio é dada como certa para 60% dos respondentes.

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