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Hamas dispara foguetes e Israel bombardeia Gaza em meio a negociação de trégua

Por Nidal al-Mughrabi e Eli Berlzon

GAZA/SDEROT, Israel (Reuters) – Uma autoridade palestina disse nesta quinta-feira que facções armadas de Gaza estão dispostas a suspender uma série de ataques com foguetes ao sul de Israel se o Exército israelense interromper seus ataques, depois de dois dias de violência através da fronteira.

Uma palestina grávida, seu filho de 18 meses e um militante do Hamas, grupo militante islâmico que controla Gaza, foram mortos pelos ataques de Israel, e ao menos cinco civis ficaram feridos, disseram autoridades médicas locais.

O Exército israelense disse que sete pessoas foram feridas no sul de Israel. Uma foi identificada por seu empregador como uma tailandesa que trabalha na agricultura.

O mais recente confronto ocorreu depois de autoridades de ambos os lados terem falado sobre um possível avanço no âmbito de um esforço da Organização das Nações Unidas (ONU) e do Egito para mediar uma trégua para encerrar meses de violência e aliviar uma crise humanitária e econômica crescente na Faixa de Gaza.

Uma autoridade palestina que falou sob condição de anonimato aventou a hipótese de um fim iminente para os combates atuais.

“Facções da resistência consideram esta escalada encerrada no que nos diz respeito, e a continuidade da calma depende do comportamento da ocupação”, afirmou, usando o termo das facções militantes para Israel.

Os militares israelenses não quiseram comentar as afirmações da autoridade palestina.

O funcionário palestino, que falava de um centro de comando usado por grupos armados de Gaza, disse que estes estavam “respondendo a crimes” de Israel — uma referência à morte de dois atiradores do Hamas na terça-feira em circunstâncias polêmicas.

O embate mais recente ficou dentro de parâmetros regulares. Os disparos de foguetes de Gaza não visaram a área central de Israel e os militares israelenses disseram que seus ataques se limitaram a instalações do Hamas.

Gaza é controlada pelo Hamas há mais de uma década, durante a qual o grupo se envolveu em três guerras com o Estado judeu, a última delas em 2014.

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