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Em Davos, Moro defende pacto empresarial contra a corrupção

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, disse em sua participação no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, que a corrupção generalizada no Brasil abalou a confiança pública e também atrapalhou a competição no mercado. “Empresas pagaram propina para obter vantagens em contratos públicos. O setor público tem grande responsabilidade nisso. E o setor privado deve também se unir para censurar os que tomam passos errados”, afirmou. Ao jornal Valor Econômico, Moro defendeu um pacto empresarial contra a corrupção. Ele citou uma iniciativa na Sicília, na Itália, em que um grupo de empresas se uniu para recusar pagamentos à Máfia. “Talvez algo assim poderia funcionar no Brasil, para assegurar a concorrência leal”, completou.

Por que é importante

Sérgio Moro ganhou destaque por sua atuação à frente da Lava Jato. Ele assumiu o ministério prometendo ampliar as ações de combate à corrupção no país

Quem ganha

Moro, que conta com respaldo do presidente Jair Bolsonaro e de boa parte da população

Quem perde

A corrupção tira dinheiro de serviços essenciais, afasta investidores e prejudica a economia de uma forma geral

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