A previsão da chegada das chuvas antes do previsto em 2021 afastou o risco de racionamento e apagão, disse o diretor geral do Operador Nacional do Sistema (ONS), Luiz Carlos Ciocchi (imagem), ao jornal O Estado de São Paulo. Segundo Ciocchi, em meio à pior crise em mais de 90 anos na área das hidrelétricas, o órgão começa, a partir desta semana, a ser mais seletivo no acionamento de usinas termelétricas, após meses funcionando com o máximo da potência do sistema elétrico brasileiro para evitar racionamento ou apagões no horário de ponta.
Mas até abril de 2022, a população ainda deve sentir no bolso alta na conta de luz provocada pela tarifa de escassez hídrica, referente à seca registrada este ano, e o impacto do custo das termelétricas contratadas para atravessar o período seco, que vai de abril a outubro.
