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Nº 339: o escândalo do reforço; destino Vietnã; Butantan disseca a delta

A crítica contra a terceira dose

O chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanon, classificou a distribuição das vacinas de reforço um “escândalo que deve parar agora”, enquanto os países mais pobres continuam esperando pelas doses iniciais. A declaração aconteceu na sexta-feira (12). Ele criticou os países com a “maior cobertura vacinal” em um briefing da OMS para coletar doses extras de vacina em vez de vacinar populações em risco de outros países. “Não faz sentido dar reforços a adultos saudáveis, ou vacinar crianças, quando os profissionais de saúde, idosos e outros grupos de alto risco ao redor do mundo ainda estão esperando por sua primeira dose”, acrescentou ele, observando que os imunossuprimidos são uma exceção.

O que MONEY REPORT publicou hoje:

Turismo vietnamita

Cerca de 400 turistas sul-coreanos e japoneses se tornaram os primeiros a visitar o Vietnã em quase 20 meses, depois que o país fechou suas fronteiras em março de 2020, para conter a pandemia. Os passageiros foram obrigados a apresentar o comprovante de vacinação e resultados negativos do teste covid antes da partida, apontou a AFP. A variante delta chegou ao país em abril, e desde então foram registrados mais de um milhão de infecções e quase 23 mil mortes. Apenas 33,8% da população está totalmente imunizada.

Leito dos desocupados

Pela primeira vez, desde o início da calamidade, 23 estados registraram taxa de ocupação em leitos para covid-19, clínicos e de UTI, abaixo de 50%. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Saúde nesta sexta-feira (12).

Vacinando brasileirinhos com a Pfizer

A Pfizer entrou com um pedido de autorização na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que sua vacina possa ser aplicada em crianças com idades entre 5 e 11 anos. A solicitação foi feita na sexta-feira (12).

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Informe Publicitário

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Delta no Brasil

Uma pesquisa liderada pelo Instituto Butantan identificou os padrões da disseminação da delta pelo Brasil e a origem da entrada da linhagem no país. A pesquisa foi publicada na plataforma de preprints medRxiv. As análises mostraram que algumas das 10 introduções independentes ocorridas no Brasil até o final de setembro foram relacionadas com amostras da delta em circulação na Austrália e nos EUA, outras se relacionaram com amostras do Reino Unido. Foi identificada a disseminação da variante por oito estados no primeiro semestre de 2021. Em relação à transmissão comunitária, que já estava estabelecida desde junho, foram detectadas ao menos quatro cadeias de disseminação: Rio de Janeiro, Goiás, Maranhão e Paraná. Foram utilizados dados coletados pela Rede de Alerta das Variantes do SARS-CoV-2 do estado de SP sequenciou mais de 30 mil amostras do vírus. De acordo com o Butantan, a delta é responsável por 90% dos casos no Brasil, registrados nos 26 estados e no DF.

Imunização dos signos

Se atente aos fatos

Painel Coronavírus

Vacinados *
• 848 milhões no mundo (10,78% da população com a primeira dose)
• 7,45 bilhões de doses distribuídas (94,6% da população — cumulativo, incluindo doses de reforço)
• 157 milhões no Brasil (73,63% da população)
* dados globais aproximados

Segunda dose **
• 3,18 bilhões no mundo (40,5% da população)
• 126,68 milhões de brasileiros (59,39% da população)
** dado global aproximado

Casos confirmados no Brasil
• 21.953.838 – acumulado
• 14.642 – novos infectados
• 21.146.255 – recuperados 
• 196.361 – em acompanhamento 
• 10.446,9 – incidência por grupo de 100 mil habitantes

Mortes confirmadas no Brasil
• 611.222 – óbitos acumulados
• 731 – novas vítimas fatais
• 2,8% – letalidade
• 290,9 – mortalidade por grupo de 100 mil habitantes

Dados globais e nacionais atualizados em 13/11/2021, às 20h

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